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sexta-feira, maio 03, 2013

World Trade Center

Pode chamar de engenharia, pode dizer que é arte. É sempre algo único. E por ser único já é bonito, talvez pela sua efemeridade.

Quem trabalha com o assunto, seja engenharia, seja gerenciamento de projetos vai entender do que falo.


Tags: New York; One World Trade Center

quinta-feira, janeiro 10, 2013

Diversão

Quando eu estava na faculdade sempre me via estudando as matérias que não precisava, pois já tinha passado, e ficando naquelas que eu precisava estudar e não estudava. As que eu já tinha passado eram as divertidas ou que os professores faziam parecer assim.

Quando eu era molecote, cheguei a ter uma “fábrica” de pipas. Eu cuidava do design, das dobraduras, das colagens com grude de polvilho. Era divertido. A parte chata, fazer varetas de bambu, eu deixava para o Keller.

Quando me chamaram pra voltar a atuar em empreendimentos imobiliários, topei na hora. É divertido. Faço com prazer e um sorriso escancarado. Sei fazer e sei o quanto me divirto. Me faz lembrar das pipas que, obviamente, só seriam legais se subissem aos céus da Santos Dumont com Princesa Isabel.

Outro dia postei no Facebook um artigo da Patrícia Melo (na IstoÉ) sobre Entretenimento. Ou seja, Diversão. Agora topei com essa palestra do Rafael Kenski no TED (que é um fórum espetacular sobre coisas atuais e futuras). E é sobre: Diversão.

Olha só: são treze minutos. Nesse tempo, dependendo da hora, seu Facebook vai estar cheio de novos posts. Clarices Lispectors, Caios Abreus, defensores e atacantes do BBB, gente querendo a pele do Lula, etc. Tente ver esse vídeo e pense: O que diverte você?


segunda-feira, dezembro 10, 2012

Gentilimpeza

Ilustração: Benjamin Cafalli

Tags: 1ª Mostra Internacional de Humor sobre Educação Ambiental; Civilidade

sábado, dezembro 08, 2012

Passado = Futuro

Sempre tive vontade de fazer isso: pegar fotos antigas e refazê-las com a realidade atual. Como sempre acontece, alguém fez isso primeiro. Quem sabe eu pego ainda algumas fotos pra refazer?

Após as fotos que já foram realizadas, algumas possibilidades que podem ser refeitas.







E agora, algumas fotos que a gente poderia refazer. Eu sei que muitas das pessoas aí não estão mais entre nós, mas colocaríamos em seu lugar um espaço especial, um lugar pra sua alma querida.
















quinta-feira, agosto 02, 2012

Marooned

Liga o HD e aumenta o som.







Tags: Pink Floyd; BBC

terça-feira, julho 24, 2012

A importância de ter vivido eras

Foi a Mara Lúcia Dias quem me indicou esse blog. Mara é mulher antenada, se liga, se conecta, se impõe. Mara sabe dar seus toques.

O post desse blog não é recente. É de novembro de 2010. Isso é bom, porque ele fala exatamente disso. De possibilidades que muitos achavam fora do tempo, passadas, datadas.

O texto fala sobre senioridade. Sobre ficar erado. Não velho, mas erado. Quem passou por eras. A era dos Beatles, a era do rock progressivo, do punk, da discothèque, das músicas dos anos 80, Pearl Jam, U2, Legião, Nirvana e aí vai. Quem assistiu The Wall no Cine Avenida, Blade Reunner, Star Wars. Beleza Americana e O Senhor dos Anéis. Para quem passou por Qualidade Total, 5S, Six Sigma. IBM, Microsoft, Apple, Android. Quem viu Fittipaldi, Pace, Mansel, Piquet, Prost. Quem viu Senna. Borg a Federer. Karpov a Kasparov.

O texto fala de Roberto Marinho, que começou a Globo aos 61 anos. o Post era quando o Niemeyert tinha "só" 102 anos. Por isso é legal. O "seu" Alexandrino Garcia, que criou a CTBC (hoje ALGAR) tinha mais de 50 quando começou com essa coisa. Meu pai tinha 47 quando eu nasci. Já passei dos 50 e estou começando tudo de novo.

Foi a Mara Lúcia Dias quem me indicou esse blog. Mara é mulher diferente. Sem um modelo pré estabelecido, sem um padrão, tipo sistema decimal. Não se mensura.

Quem puder, leia aí. Vai entender a importância dos seniors na vida de todos que estamos aqui. 

[Veja o texto no original clicando aqui]
 

A importância dos Seniors para o Coaching


Li no jornal há alguns dias: pesquisa mostra que a procura por fundos de aposentadoria privada por pessoas de mais de 60 anos cresceu mais de 60% nos últimos 12 meses. O volume de entrada desse público neste tipo de investimento em 2009 foi quase quatro vezes maior que em 2005, com aumento de 310%.

Fácil de entender: beneficiados pelas mudanças científicas, sociais, econômicas e culturais que possibilitaram um envelhecimento mais saudável, as pessoas que sempre foram considerados idosos e já em tempo de aposentar-se, principalmente a partir dos 60 anos, começam a acreditar que a velhice chegará mais tarde e que ainda terão muitos anos de trabalho pela frente, adiando sua aposentadoria para depois dos 70 anos (ou talvez ainda mais tarde).

Esta notícia não me surpreende. São inúmeras as matérias publicadas falando sobre aumento da longevidade com saúde e do conseqüente aumento na vida útil da população. Também não me surpreende que muitas empresas de variados segmentos estejam focando este potencial mercado consumidor, criando produtos e atendimentos específicos para este público. Afinal, a participação dos idosos na economia é a cada dia mais importante. Recente estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que enquanto a população como um todo cresce à taxa de 0,9% ao ano, o incremento de idosos avança quatro vezes mais (3,8% anuais). Os novos dados do CENSO 2010 deverão mostrar um aumento deste percentual, o que também não surpreenderá.

O que me surpreende é saber que estas mesmas empresas não estão internamente atentas para estes dados. Os processos de seleção cada vez mais privilegiam exclusivamente os mais jovens. Se alguém for perguntar para os responsáveis por estes processos porque eles agem assim, provavelmente receberá como resposta “… queremos formar a futura mão de obra e os futuros líderes…”.

Não é difícil perceber que esta informação não é 100% verdadeira. Segundo informações da ONU, os estudantes de hoje passarão por 10 a 14 empregos até completarem 38 anos. Se formos analisar o turn-over do mundo corporativo brasileiro veremos que, em média, estes  jovens profissionais ficarão menos de 03 anos trabalhando nestas empresas e não serão parte nem do futuro, nem das lideranças das mesmas. A principal razão para mudarem de empresa também é conhecida: sentem-se meio perdidos, desmotivados.  Pergunto: O que está faltando não seria exatamente uma liderança com a experiência que eles não tem?

Quando em 1965 Roberto Marinho fundou a Rede Globo de Televisão aos 61 anos, ele usou sua experiência para tornar-se um dos homens mais ricos e poderosos do Brasil. Na época, ele era considerado uma excessão. A maioria das pessoas de sua idade estavam aposentadas, de chinelos em casa.

Hoje, começar um novo projeto profissional após os 60 anos de idade já pode ser considerado normal: Kenzo Takada, criador da famosa marca Kenzo de produtos de alto luxo, vendeu sua marca há alguns anos e acaba de iniciar uma nova carreira: desenhou as 92 suítes de um hotel boutique nas ilhas Maurício e está lançando uma linha de sapatos masculinos, a KT. Woody Allen está fazendo filmes à cada dia melhores aos 75 anos. Rupert Murdoch, presidente e diretor-geral da News Corporation conquistou o mercado de TV paga nos EUA aos 70 anos e está revolucionando a forma de fazer jornais no mundo aos 79.

Mas, voltemos ao Brasil: aos 59 anos, Washington Olivetto juntou sua W/Brasil com a McCann, criando a WMcCann, que já é a 4ª maior agência de propaganda do Brasil em faturamento. Nossa futura presidente tem 63 anos. Seu opositor no 2o turno, José Serra, tem 68. Ziraldo, aos 78 anos, está desenvolvendo o projeto do longa metragem para seu personagem Pererê. Aos 80 anos, Abraham Kasisnky vendeu a COFAP e  investiu na zona franca de Manaus para produzir motocicletas, criando com grande sucesso as motos Kasisnky.

Querem mais? O empresário Lair A. de Souza está liderando as mais fortes associações de produtores de laranja do Brasil criando a Consecitrus. Ele tem 81 anos. Até setembro de 2009, aos 102 anos, o arquiteto Oscar Niemayer costumava ir todos os dias ao seu escritório em Copacabana para trabalhar no projeto "Caminho Niemeyer", um conjunto de nove prédios de sua autoria (Niterói). Estes são somente alguns de milhares de exemplos.

Some a isso as informações preliminares já fornecidas pelo Censo 2010: houve uma drástica redução da taxa de natalidade e o envelhecimento da população. O número de jovens atingirá, em 2010, seu tamanho máximo, 53 milhões, começando, a partir de então, a diminuir em termos absolutos. "Há informações claras de mudança no padrão demográfico da população brasileira", afirmou o presidente do IBGE, Eduardo Nunes. "O Brasil deixará de ser um país jovem para se tornar um adulto." Segundo informações da ONU, os brasileiros de mais de 65 anos deverão passar de 10 milhões no ano 2000 para 50 milhões em 2050 e os idosos de mais de 80 anos deverão passar de 1,7 milhões para quase 14 milhões no mesmo período.

Se houve esta mudança, porque o mercado não acompanhou esta evolução? É impressionante como algumas empresas insistem em desperdiçar rios de dinheiro em processos de seleção e treinamento, sem dar atenção devida à excelente mão de obra disponível que tem tanto à realizar nas empresas e a ensinar a estes novos profissionais. Estes jovens com pouca ou nenhuma experiência saberão lidar com as mudanças e com os imensos desafios da próxima década, decidindo de forma adequada?

Uma análise que também é válida é sobre a premissa que "a ordem de contratar somente jovens vem de cima". Então vejamos o topo da pirâmide, os que dão as ordens que "vem de cima": segundo o site Canal Executivo do UOL* a média mundial de idade dos CEOs que ingressaram nas empresas no ano passado foi de 52,9 anos, quase dois anos a mais que a média de 51 ao longo da década passada.

Vamos analisar outro dado bem interessante sobre este tema: Quase 20% dos CEOs no mundo todo já ocuparam o cargo mais alto em outra empresa anteriormente, praticamente o dobro da média mundial de 9,8% verificada em anos anteriores. No Brasil, essa proporção é muito maior: 46% dos CEOs que assumiram em 2008 já apresentavam experiência prévia no cargo. Em 2009/2010 este número seguramente subiu.  Em outras palavras: as empresas já se deram conta que os mais capacitados para o cargo máximo do board são os profissionais com mais de 50 anos e com experiência. Muitos deles tem na verdade mais de 60 anos...

Caramba, como estamos atrasados em relação ao resto do mundo. Segundo o que foi constatado pelos pesquisadores da Associação Patronal Suíça, em breve as empresas serão obrigadas a incentivar seus funcionários de mais de 60 anos para que eles continuem a trabalhar. “Se as empresas não seguirem essa tendência, elas correrão o risco de perder conhecimentos preciosos e serem obrigadas a procurar pessoas num mercado de trabalho que estará bem mais restrito do que hoje”, afirma Martina Zölch, responsável pelo estudo**.


As informações sobre nosso mercado de trabalho são muito antagônicas e devem deixar qualquer analista de RH estrangeiro de cabelo em pé: um(a) profissional para ser supervisor(a), gerente, diretor(a), etc… tem que ter menos de 30 anos, mas para ser presidente e ter o futuro da empresa em suas mãos ele(a) deve ter mais de 50/60? E será que são estes mesmos CEOs de mais de 50/60 anos que do alto de seus cargos mandam suas empresas contratarem somente quem tem menos de 30?

Pensem bem: no Brasil, onde  a escolaridade média da força de trabalho é baixa (só 7,5 anos) e o ambiente de negócios pode ser considerado ruim (o Brasil ficou na 129 posição entre 183 países do Doing Business***), ter próximo de si um(a) profissional bem formado(a), com  boa escolaridade, não seria um exemplo à seguir que tantos jovens necessitam para continuarem sua formação? Se estes profissionais seniors forem preparados, não seriam fonte de um excelente Coaching? E o Ministério da Saúde brasileiro informa que temos um sério agravante: 49% das pessoas com mais de 65 anos são analfabetos funcionais, ou seja, o know-how, a experiência profissional atrelada à teoria acadêmica, está nas mãos de poucos. Muito poucos. E ainda há profissionais de recrutamento dizendo que eles são “dispensáveis”...

É claro que não estou dizendo que idade é sinal de maturidade e nem que o cabelo platinado é, necessariamente, sinal de competência. Mas descartar excelentes profissionais do mercado de forma preliminar em virtude da idade está se mostrando um tiro no próprio pé da empresa.

Voltamos assim ao assunto turn-over citado anteriormente. O que falta para prender estes jovens selecionados que se sentem desmotivados, para fidelizá-los à empresa? Insisto que a resposta passa por propiciar a eles bons exemplos, experiência. Liderança com maturidade, capacitação formal e informal. Competência na condução da empresa e, de quebra, Coaching de excelente qualidade. A mim parece que os profissionais que aprenderam a fazer planilhas na faculdade necessitam da vivência dos que sabem fazer planejamento na prática, de quem já errou e acertou, de quem sabe o caminho. Falta a luz para guiar esta galera. Falta alguém para iluminar a passagem para eles, para capacitá-los além das teorias.

Outra observação sobre aumento de turn-over que me parece bastante interessante: O descarte dos profissionais seniors não tem forte impacto negativo nesses jovens? Esta galera antenada na internet desde a infância não se deixa enganar facilmente. Evidentemente, eles percebem que são os "queridinhos" de hoje mas que serão descartados amanhã. Então, para que "dar o sangue" para as empresas quando serão sumariamente desconsiderados ao passar a barreira dos "enta"?

Quando as empresas brasileiras do Brasil vão acordar e entender que a contratação de jovens é necessária, fundamental mesmo, mas que eles necessitam de pessoas com experiência para ajuda-los a desenvolver seu potencial?

Empresas no mundo inteiro (principalmente ns europa e nos EUA) já descobriram que equipes de colaboradores inter-geracionais são muito mais produtivas e seguramente muito mais propensas a entender seus diversos públicos e necessidades. Além disso, a mistura de idades está se transformando numa necessidade nas grandes corporações, que no futuro poderão utilizar estes funcionários mais experientes como conselheiros ou chefes de projeto, que é uma forma de manter o know-how dentro da casa e de treinar/orientar os mais jovens. Assim, abre-se espaço para promover os novos profissionais ávidos por ascenção, mas não se perdem estes preciosos e caros conhecimentos. A isto se chama agir com inteligência, preocupar-se com o futuro das empresas.

Enquanto as empresas não acordarem para esta realidade, muitas delas continuarão perdendo a possibilidade de contratar valiosos colaboradores, tornando-se espécies das antigas “escolinhas Walita" só que voltadas para profissionais: selecionam jovens sem experiência (ou com muito pouca), gastam uma fortuna em capacitação e treinamento, perdem outra fortuna com os erros praticados por eles e depois ficam assistindo esta turma sair nas levas de turn-over, dando lugar aos novos selecionados que passarão pelos mesmos processos. Afinal, se dedicar para quê?

Seria muito mais fácil, inteligente e barato utilizar a larga experiência dos profisssionais seniors para enriquecer a empresa e para acompanhar os mais jovens, ensinar-los. Seguramente, este mix de juventude com aqueles que tem a vivência de já ter trilhado caminhos, superado imensas crises, aprendido a gerir problemas,  criará profissionais aptos para liderar e inovar. Está nas mãos dos profissionais experientes e preparados não somente a competência para gerir com propriedade, mas também para capacitar e, principalmente, motivar as novas gerações.  Só não enxerga quem não quer.

* www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas09/130520097.htm
** http://www.swissinfo.ch/por/Capa/Archive/Empresas_investem_nos_trabalhadores_idosos.html?cid=4936028
*** http://portugues.doingbusiness.org/


Tags: Job Brazil; senioridade; coaching

segunda-feira, maio 14, 2012

Filtros

O Júlio Morsoletto me passou este vídeo e estou repassando aqui porque acho que é isso mesmo. Vai dizer que você nunca teve a sensação descrita aí? Eu já, mas não havia ligado os pontos... 



Tags: Mundo; Facebook; Google; Internet

sexta-feira, dezembro 30, 2011

Fim de 2011

Antes de começar a ler, ligue o vídeo e espere carregar. Só então, leia — se não ficar hipnotizado pelo som.





Mas, nem sei se era pra você estar aqui lendo isso. Talvez você devesse estar rindo em outro lugar e não com seus olhos nessa tela. Comemorando ou tentando esquecer coisas dos trezentos e sessenta e quatro dias passados. O ano vai se acabando e, nessas horas, sempre fica um misto de nostalgia, esperança e a sensação de que a gente podia ter feito mais. Dá sempre uma sensação de que aproveitamos pouco, curtimos menos, esfregamos minimamente nossos lábios. Dá a sensação de que aqueles momentos que dormimos de manhã, não descansamos: apenas perdemos o Sol dourado nas brisas frias dos inícios dos dias. Vem aquela impressão de que dissemos poucos “Eu te amo”, escassos “Obrigado”, míseros “Perdoa-me”. Vem aquela sensação de que deveríamos ter levantado na madrugada pra ver a Lua no céu ou apenas sentir o frio das quatro horas batendo no peito. Talvez, ter sentido mais frio, sentido mais calor, tentado ouvir o coração bater.

Quando um ano vai embora, tendo sido ele bom ou mais ou menos, parece que estamos perdendo um amigo, um companheiro que esteve ali com você. Porque é sempre despedida. É sempre arrivederci. Assim, italiano mesmo, com as emoções brotando, com os olhos declaradamente expostos.

E quando um ano vai embora é porque outro ano vem por aí. E aquele misto de nostalgia, esperança e a sensação de que a gente podia ter feito mais, vai se transformando numa vontade de ter a oportunidade de viver cada pequeno minuto de uma maneira diferente de que a gente sempre viveu.

Todo ano é assim. Dizemos as mesmas coisas. Queremos as mesmas coisas. Fazemos as mesmas coisas que nossa Essência diz pra fazer. Somos as mesmas pessoas que Alguém fez um dia. Só crescemos um pouco. A cada ano. A cada dia. A cada hora. A cada minuto que se aproxima do ano que se inicia.



quinta-feira, dezembro 08, 2011

John Lennon is alive


Tags: Lennon; Yoko; Imagine; Beatles; Peace

quarta-feira, novembro 23, 2011

Publicidade e arte

Sou daqueles que sempre preferiram os intervalos comerciais aos programas ruins da TV. Um dia já me passou pela cabeça trabalhar com publicidade. Acho que o que me atraía mesmo era a porção arte que ela carrega, mas que a porção comercial.

Não é o caso agora de fazer publicidade ao automóvel em apresentação (mais uma vez, o Júnior Degani indica belezas), mas de ressaltar a arte aí carregada, com tanta suavidade. As imagens ligadas à música maravilhosa contam a arte que os humanos tanto prezam. Aqui, não interessa mais se as vendas aumentarão. Se já estou publicando no meu blog, este vídeo já está cumprindo seu objetivo: ligar coisas belas e que fazem bem ao produto.


Tags: Peugeot; 308; Salone di Ginevra; Publicidade; Arte



segunda-feira, novembro 21, 2011

Gifs psicodélicos criados por David Ope

Esse cara faz umas coisas interessantíssimas. Arte em movimento e não é cinema. Bom de olhar, como toda boa arte. [Fui achar isso na Superinteressante, que diga-se de passagem, continua superinteressantíssima]



 Veja mais aqui.

sexta-feira, novembro 18, 2011

segunda-feira, outubro 24, 2011

Sem amor eu nada seria

No último dia de 2008 publiquei esse post sobre uma música do Legião Urbana. Era último dia de ano e eu estava carregado emocionalmente. Como sempre fico. No post, falo também da Epístola de São Paulo aos Corintios, que é uma peça primorosa que a Bíblia oferece a quem queira ler uma boa literatura e não apenas se fechar em copas.

Nesta sexta-feira, dia 21, ouvi essa prece mais uma vez. A Thais e o Bruno se casavam e o padre a recitou, de uma maneira especial. Fiquei carregado emocionalmente. Como sempre fico. O texto maravilhoso de Paulo, um homem antes de tudo, prático. E talvez, exatamente por essa praticidade, o texto traduz exatamente o que é o amor.

Se você que me lê aqui e agora, se der à paciência de abrir novamente o link do post de 2008, leia a carta de Paulo ouvindo a música de Renato. Talvez você também se carregue emocionalmente. Como sempre fico.


Tags: Bíblia; Legião Urbana; Renato Russo; Camões; Monte Castelo; Amor

quinta-feira, outubro 06, 2011

quarta-feira, setembro 14, 2011

sábado, agosto 27, 2011

Jobs

O cara tem trabalho no nome. E isso, o trabalho, nunca foi dor para ele. Sempre foi diversão. Mas seu nome não poderia ser Steve Funs. Tinha de ser Steve Jobs mesmo, pois isso sempre foi seu motivador. Imaginação, criatividade, fazer coisas diferentes nas mais simples e óbvias.

Há uns anos, usei seu discurso em Stanford como base para um meu numa turma querida de Administração da ESAMC. Tempos depois, recebi retornos positivos de pessoas que estavam na platéia sobre o tema e que nem se lembravam que era eu quem tinha falado dele. Lembravam do tema de Steve Jobs, mas não de quem o citou. Ótimo. Essa era a ideia.

Agora, o cara sai da cena. Sai da Apple. só isso, na verdade. Steve Jobes sai da Apple para entrar na História, de onde ele sempre esteve desde que se fala em computadores, em integração de informações, em produtos de alto nível em todos os sentidos. Ugo Degani tem razão. Steve Jobs é o cara.






sexta-feira, julho 22, 2011

quarta-feira, julho 20, 2011

70



Era um sete de setembro e ela estava lá como sempre foi. Linda, elegante e única. Eu ainda não chegava ao ombro dela, mas já a admirava. Ainda mantinha minhas mãos nos bolsos, era quieto, calado e observador. E observava. Seu porte altivo, de rosto mirando à frente, como todos devemos ser. Eu e Marelena sempre tentamos copiar isso nas fotos, mas nenhum de nós a superava. Nenhum de nós a superará.

Hoje não é sete como sete foi o dia que escrevi aqui para ela, quando ela se foi. Hoje é setenta. Setenta vezes Maria do Carmo.

Terra

sexta-feira, julho 01, 2011

Não tem preço

Afinal, as grandes corporações têm interesses nas mesmas proporções... Leia esse texto.